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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Páginas de um diário

Pergunto-me porque me sinto tão sozinha, porque é que esta história não acaba e não resolvo este círculo mental em forma de teia. Continuo a fugir dos meus fantasmas, creio.

Pergunto-me onde estava eu quando me deixei envolver com sentimentos perigosos como este mais uma vez, como não previ que me faltava a emoção da paixão pela paixão. Não sei mais o que fazer para te esquecer e acabar com esta angústia diária de te perder para uma emoção maior, para um sentimento real, em oposição a este passar de tempo.

Esperar, isso é uma angustia das piores angustias, esperar é como ver o tempo sem o passar das horas. Sem saber o que fazer, pra você, tem aquela certeza que ja fez de tudo o que podia que não tem mais o que tentar, mas insisti em repetir as mesmas tentativas e obter os mesmos silêncios.

Onde é que o vento nos levará amanhã? Como ficarei mais um dia na tua ausência? Como farei para suportar recordar o teu toque e a tua respiração? E a forma do teu corpo? E o teu cheiro? Como farei para seguir em frente?

2 comentários:

Rafaela Bezerra disse...

Aê Caú! Bem-vinda à vida de aprendiz de escritora! hehe Tu vai ver que passar o que sente pra uma folha (leia-se World.. rsrs) é a melhor das terapias. Trabalha a mente e apazígua a alma. :)

Unknown disse...

Bombando heiin adorei o texto

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